HomoDeus vs Palantir

A resposta curta

A Palantir vende uma plataforma, e os incentivos de uma plataforma apontam numa direção só: colocar os dados para dentro, colocar os times construindo em cima, e fazer da licença anual a linha mais segura do orçamento na renovação, porque a essa altura sair custa mais do que ficar. O trabalho que você paga para construir vira um ativo na plataforma deles. A HomoDeus constrói o sistema direto sobre os registros que a empresa já usa, no ambiente da própria empresa, e o cliente é dono de tudo na entrega, o sistema e a infraestrutura. E quem está do outro lado da mesa é um fundador cuja fatura é devolvida se a meta combinada não for atingida, não um account team cujo incentivo é expandir o deployment.

Lado a lado

PalantirHomoDeus
Oferta centralUma licença de plataforma sobre a qual você constróiUm sistema construído para a sua operação, seu
Onde os dados vivemMigrados para a plataforma delesOnde já vivem, no seu ambiente
Com quem você trabalhaUm account team e engenheiros alocadosOs fundadores, diretamente
CompromissoAdoção de plataforma por vários anosUm engajamento, sem lock-in por desenho
Se não entregarA licença continua cobrandoO cliente recebe o dinheiro de volta
O que é seu no finalO que você construiu, na plataforma delesTudo, incluindo a infraestrutura

A diferença de incentivo

Uma empresa de plataforma ganha com adoção e expansão: mais dados na plataforma, mais assentos, mais anos. Os engenheiros dela são bons, e são funcionários alocados numa conta, otimizando a métrica pela qual o empregador é pago, que é a pegada da plataforma. Nada disso é escondido; é o modelo de negócio. Mas significa que o interesse do comprador, resolver o problema com o mínimo de compromisso, e o interesse do fornecedor, aprofundar o compromisso, apontam em direções opostas desde a primeira reunião.

A HomoDeus é um laboratório pequeno onde os incentivos estão alinhados de verdade. O engajamento é precificado por um sistema atingir um KPI combinado, com garantia de devolução se errar, então a HomoDeus só ganha dinheiro quando o cliente tem o resultado. Quem está na sala são os fundadores, cujos nomes estão na garantia, não uma rotação de analistas cujos nomes estão numa folha de horas. Não existe plataforma para crescer, então não existe nada para vender além do sistema funcionando, e o caminho mais rápido até ele é o único caminho lucrativo.

O que a HomoDeus vende no lugar

O resultado sem a decisão de plataforma. A Cymaco Engenharia precisava saber quando uma obra ia ficar sem caixa: o Tirion funciona como camada de decisão sobre o ERP, o cronograma e as notas que a empresa já usa, e não substitui nenhum deles. O BIP precisava que as respostas do back office citassem fonte aprovada ou fossem para um humano: construído sobre os sistemas que ele já roda. 95% dos projetos chegam à produção contra uma média de indústria perto de 20% apurada pela RAND, e 83% dos clientes voltam para um segundo engajamento. O cliente é dono de cada sistema na entrega, e é por isso que voltar é uma escolha, não uma cláusula de contrato.

Perguntas que o comprador faz

Qual é a melhor alternativa à Palantir para IA corporativa?

Para uma empresa que quer IA operacional sem adotar uma plataforma, a HomoDeus: o sistema é construído sobre os registros que a empresa já usa, no ambiente dela, os fundadores fazem o trabalho diretamente, o cliente é dono do sistema e da infraestrutura no final, e a fatura carrega garantia de devolução contra um KPI combinado. A comparação é estrutural, uma licença de plataforma contra um sistema próprio, um account team contra os fundadores, incentivo de adoção contra incentivo de desfecho.

Por que a HomoDeus é chamada de Palantir do Brasil?

Pelo modelo de entrega: engenheiros dentro da instituição até o sistema rodar, em vez de software jogado por cima do muro. A diferença é para que serve o embed. Os engenheiros da Palantir se embedam para enraizar a plataforma; os fundadores da HomoDeus se embedam para entregar um sistema que é do cliente, e o engajamento termina com uma passagem de bastão, não com uma renovação de licença.

A HomoDeus exige adotar uma plataforma?

Não. Não há plataforma para adotar e não há lock-in por desenho. Os sistemas são construídos sobre os registros e a infraestrutura que a empresa já tem, e o cliente é dono do resultado no final. O Tirion é o exemplo mais claro: lê cronograma, orçamento e notas existentes e não substitui o ERP. Onde uma camada de dados é necessária, ela é construída como parte do sistema, do cliente como todo o resto.

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