Um lugar para os hereges
Tem gente que se sente vazia por dentro.
A faculdade certa. O emprego certo. A promoção. O salário. O cargo.
Nada preenche.
Esse vazio não é falta. É capacidade ociosa.
Ele só fecha quando você acha um desafio no limite da sua capacidade.
Quando o ambiente para de exigir que você vire normal e começa a dar uma função pra sua obsessão.
É essa a pessoa que a gente quer.
A pessoa que quer construir a noite inteira, ler livros estranhos, fazer algo impossível, e acordar querendo mais.
São fundadores por natureza.
Ficam obcecadas em entregar algo que não faz sentido, porque estão brigando contra a burocracia. Pagam preços absurdos por isso. Tem quase uma obsessão doentia de vencer.
O que moveu o mundo foi o que os hereges fizeram de verdade. Nada que passou pela máquina entregou coisa nenhuma.
Somos o campo de teste e treino definitivo pra gente absurdamente talentosa e motivada.
Boa parte do melhor talento brasileiro está preso dentro de uma Mentira.
Treinado pra esperar.
Treinado pra decorar informação em vez de entender.
Treinado pra colecionar título inútil no currículo.
Treinado pra subir degrau e jogar joguinho de status.
A HomoDeus existe porque tem outro caminho.
A tese da IA
A IA é como o fogo.
A HomoDeus é a forja.
O fogo não deixou o humano um pouco mais eficiente. Ele mudou aquilo de que o humano era capaz.
A IA é o mesmo evento, agora pra inteligência e pro trabalho.
Toda empresa, todo processo, toda instituição roda em cima de julgamento humano. Quando esse julgamento fica mais barato, mais rápido e escalável, o formato da empresa muda.
Uma pessoa hoje faz o trabalho de um time. Um time faz o trabalho de uma empresa. Uma empresa faz o trabalho de uma indústria inteira.
Você não acelera a empresa velha. Você reconstrói o que ela é.
A tese do talento
Toda criação de valor nasce da cultura.
A gente constrói a empresa como nosso produto. A instituição por baixo é a coisa de verdade.
Na era da IA, tudo é copiado rápido, então o talento é o fosso.
Se agora cada pessoa pode ser 1000x, o talento importa mais do que nunca.
Densidade de talento é nosso produto mais importante. A sala em si é o que a gente vende pra quem entra.
O produto é um gênio que entra em qualquer instituição, acha o problema de verdade, e entrega a solução.
O modelo
A HomoDeus é um laboratório de resultados. A gente entra na instituição, diagnostica onde o problema de verdade mora, desenha a arquitetura que resolve, e põe em produção junto com o cliente.
Aí a gente cobra sobre o resultado. Se a gente não gera resultado, a gente não recebe.
Um parceiro de longo prazo, não uma fábrica de software. O primeiro resultado paga o próximo.
A maioria das empresas vai comprar AI e vai receber teatro.
Chatbot com a logo delas.
Deck falando de transformação.
Piloto que nunca toca o lugar onde dinheiro, risco, velocidade e medo vivem.
A HomoDeus foi construída pra rejeitar isso.
Um operador da HomoDeus constrói o agente, o fluxo, o centro de comando, o loop de aprovação e a trilha de evidência.
A maioria do software é um ajuste de curva feito de fora. Você se afasta, modela o problema à distância, entrega uma ferramenta que acerta a média e erra justo a parte que doía de verdade.
A gente faz o contrário. Coloca uma pessoa o mais perto possível do problema, dentro da instituição, do lado da dor, e o que ela aprende ali volta direto pra construção.
Forward deployed. A versão humana do backpropagation.
Se o cliente não consegue apontar um resultado, o trabalho não acabou.
O plano
O plano é virar o monopólio de AI no Brasil, construído com o melhor talento.
A gente é a incubadora do futuro da AI. Brasil primeiro, depois América do Sul, depois o mundo.
Começamos backpropagando em problemas reais, achando os produtos que de fato substituem gente e resolvem o que está quebrado.
Aí a gente começa a comprar as outras firmas de AI.
Os fundadores continuam tocando o que construíram. Eles vivem dentro do ecossistema HomoDeus. Berkshire Hathaway, para AI.
Talento é como a gente absorve elas. As melhores pessoas da sala, apontadas pro mercado inteiro.
Pra comprar as outras, a gente tem que ser o melhor. Se não for, é a gente que vai ser comprado.
O modelo já funciona. Bending Spoons fez na Itália. UiPath fez na Romênia. EnduroSat fez na Bulgária. Augusta Labs fez em Portugal. Agora HomoDeus faz no Brasil.
Nossos valores
Skin in the game.
Me mostra o incentivo, e eu te mostro o resultado.
A maioria das empresas gasta as melhores pessoas em hierarquia. Quem responde pra quem. De quem é o deck que ganha. A gente gasta as nossas em entrega. Você é dono do que mudou, ou não é dono de nada.
Alta autonomia.
A empresa antiga era uma legião romana. Ordens descem a hierarquia, relatórios sobem, as pessoas eram a fiação no meio.
A AI quebra esse formato. O indivíduo importa mais do que nunca, não menos.
Nenhuma camada do meio te protege do trabalho, e nenhuma leva o crédito por ele. Você vê o problema, você é dono da decisão, você se move antes de alguém te dar instrução.
Velocidade é a vantagem.
O SR-71 voou mais de 4.000 missões e nunca foi abatido, era simplesmente mais rápido do que tudo no céu. Você solta a primeira versão antes de se sentir pronto. Você usa o modelo novo no dia em que ele sai.
Como a gente escolhe
Contratar é a empresa, não uma função.
Não contratamos cargo. Contratamos gênios. Toda contratação puxa a média pra cima ou puxa pra baixo. Não tem neutro. Se existe dúvida, essa pessoa não entra.
A gente procura gente que constrói do zero. Dá um centímetro, eles entregam um quilômetro.
Contratar é uma Gaussiana. Cada pessoa que entra puxa a curva. A média da sala é a única média que importa.
Gênio de verdade é idiossincrático. Não cabe em caixa. Precisa de espaço pra se impor, então a gente dá liberdade total pra quem constrói aqui.
Somos uma colônia de artistas.
A gente tem mais em comum com uma agência de talentos de Hollywood do que com uma empresa de software comum.
Prestígio é um sinal fraco perto de contato com a realidade.
Tem moleque de 20 anos com repo feio no GitHub que já carrega mais verdade operacional no corpo do que a maioria dos analistas.
A gente olha onde os outros não olham. Recrutador olha LinkedIn. A gente olha o commit obscuro das 3 da manhã, o side project esquisito, o calouro que já entregou algo que ninguém pediu.
A gente varre todo brasileiro no YC Co-Founder Match. Quem tenta abrir empresa sozinho já está no top 0,1% de iniciativa.
A gente procura quem já vive a cultura de startup: quem lê Naval e Peter Thiel, escuta o Founders Podcast, e estuda como empresas são construídas de verdade. Gente que gosta de livro, código, negócio, história, e sistemas humanos bagunçados.
A gente manda DM direto. Sem recrutador. Sem formulário. Sem CV.
Queremos gente com pressão interna.
Se a pessoa precisa de empurrão pra se mexer, ela não pertence aqui.
Gente obcecada por agentes. Automatizar uma tarefa entedia. Eles vão atrás do sistema inteiro, depois constroem o agente que vigia o sistema quebrar e se conserta sozinho até de manhã.
A vida deles roda em loops que eles mesmos escreveram. A virada de noite nunca é na feature. É na máquina que entrega a feature enquanto eles dormem. Fazer o mesmo trabalho na mão duas vezes parece imoral pra eles.
Gente que treina. A academia é a expressão mais pura da nossa filosofia de output. O corpo devolve exatamente o que você coloca nele. Teatro não funciona ali.
Gente que trabalha final de semana. Porque gosta do trabalho. O trabalho é a vida deles.
Consenso é superestimado. E perigoso, quando você está tentando fazer algo difícil. Quem busca consenso já perdeu antes de começar.
Ninguém compete com você sendo você. A vida toda é uma busca por quem e o que mais precisa de você.
Se isso for a gente, vem.
O que a gente não quer
Se você quer fácil, tem lugar melhor.
Se você pegou um emprego corporativo porque era seguro, isso não é pra você.
Se você acha que equilíbrio é virtude, isso não é pra você.
Se você confunde processo com progresso, isso não é pra você.
Se ler isso já te deixou desconfortável, é o filtro funcionando. Fecha a aba.
Aqui não tem atalho. A maioria percebe isso e decide que não é pra ela. Poucos tentam.
A HomoDeus não é pra todo mundo.
Como a gente te faz crescer
É aqui que talento brasileiro raro é forjado em construtores de IA de elite: jogado dentro de instituições reais, clientes reais, risco real, e problemas grandes o bastante pra forçar o crescimento.
A gente é especialista em uma coisa só: fazer talento crescer.
A gente é uma fábrica de talento. Pega pessoas e amplifica elas em 1000x.
A gente faz pessoas crescerem jogando elas nos problemas mais difíceis da vida delas.
Como o Bruce Banner virou o Incrível Hulk? Não foi carga progressiva. Foi uma dose quase fatal de raios gama. 50% de chance de morrer, 50% de chance de virar o monstrão verde.
A gente pega as pessoas e simplesmente irradia elas.
Se joga de cabeça, e a taxa máxima de aprendizado vai coincidir com a sua capacidade máxima de tolerar dor.
Vamos exigir tudo de você. Não vai ser fácil. Vai ser a coisa mais difícil que você já fez.
A gente dá ownership e independência extremos. Você é dono do cliente, do output, e das consequências. O trabalho que outras empresas escondem atrás de um gerente, a gente põe no centro.
Manda o produto.
Manda o workflow que você consertou.
Manda a sua opinião contrária.
Manda aquilo que você construiu às 2h da manhã porque não te deixava dormir.
A gente procura quem já ia ficar perigoso de qualquer jeito. A gente está aqui só pra acelerar isso.
Se você passou a vida toda procurando a sala onde as pessoas que pensam como você finalmente estão, sua busca chegou ao fim.
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