Um lugar para os obcecados

João Pedro Murad Panizzutti · 10 Mai 2026

A HomoDeus é o terreno de teste e treino pra quem quer descobrir do que é capaz no menor tempo possível.

Tem gente que carrega um buraco por dentro.

Tenta a faculdade certa. O emprego certo. A promoção. O salário. O cargo.

Nada satisfaz.

O buraco só fecha quando você encontra um desafio no limite da sua capacidade.

Quando o ambiente para de pedir que você se torne normal e começa a dar uma função à sua obsessão.

Essa é a pessoa que queremos.

A pessoa que quer construir a noite inteira, ler livros estranhos, fazer algo impossível, e depois acordar querendo mais.

Toda pessoa tem uma dívida pra humanidade. Você paga resolvendo um problema ou empurrando o conhecimento pra frente. O ser humano foi feito pra missão. Sem missão, ele apodrece.

Numa sociedade onde a mediocridade é o padrão existe fascínio pelo homem que a detesta.

Muito do melhor talento do Brasil está preso dentro de uma Mentira.

Ele é treinado para esperar.

É treinado para esquecer a missão.

É treinado para jogar jogos sociais para subir a hierarquia.

A HomoDeus existe porque há outro caminho.

01

O lema

O produto é a camada visível. A empresa por baixo é a coisa real.

Em IA, toda superfície é copiada rápido. As pessoas, não.

Quem ganha aqui é quem move a realidade.

A HomoDeus é um laboratório de resultados. A gente entra na empresa, acha um problema grande o suficiente pra importar, faz o deploy em produção, e cobra sobre o retorno que aquilo gera.

Um parceiro de longo termo, não uma fábrica de software. O primeiro resultado paga o próximo.

O modelo que a HomoDeus está construindo é específico: talento brasileiro obstinado se tornando um operador capaz de entrar em grandes instituições, entender seus maiores problemas e resolvê-los usando a tecnologia mais nova.

Densidade de talento é o produto mais importante que oferecemos. A sala em si é o que estamos vendendo pra quem entra.

02

A tese

A IA é como o fogo.

A HomoDeus é a forja.

O fogo não nos tornou um pouco mais eficientes. Dobrou nossa expectativa de vida, triplicou nosso cérebro, e transformou presas em predadores.

Tudo o que somos começou ali.

A IA é o mesmo evento, agora para a inteligência e para o trabalho.

Os gregos tinham uma palavra para tecnologias assim. Prometeu.

Algo roubado dos deuses que reorganiza o que humanos conseguem ser.

A inteligência é a raiz de tudo. Toda decisão, toda instituição, todo fluxo de trabalho passa primeiro por um julgamento humano.

Barateie o julgamento e você barateia o mundo.

A empresa antiga era uma legião romana. Ordens descem a hierarquia, relatórios sobem, as pessoas eram a fiação no meio.

A IA quebra a suposição de que uma empresa precisa ter esse formato.

Uma pessoa agora faz o trabalho de uma equipe. Uma equipe faz o trabalho de uma empresa. Uma empresa faz o trabalho de um setor.

Você não acelera a empresa antiga. Você reconstrói o que ela é.

IA é um multiplicador. Torna pessoas excelentes mil vezes mais produtivas, e quem performa abaixo mais caro, mais visível, e mais fácil de substituir.

Tecnologia se multiplica. Não soma. O progresso tecnológico dos próximos dez anos vai ser maior do que tudo que fizemos desde que aprendemos a controlar o fogo e inventar a roda.

Velocidade é o moat. O SR-71 voou mais de 4.000 missões e nunca foi abatido — era simplesmente mais rápido do que tudo no céu.

A maioria das empresas vai comprar IA e receber:

Chatbots com logotipo.

Decks falando de transformação.

Pilotos que nunca tocam o lugar onde dinheiro, risco, velocidade e medo vivem.

Isso tem nome. Teatro.

E é exatamente o que a HomoDeus foi construída pra rejeitar.

Uma coisa só importa: a busca implacável por resultado.

Sem ideologia. Sem postura. Sem teatro.

Entramos em instituições.

Encontramos o problema real.

Conectamos os dados.

Resolvemos o problema.

Repetimos.

Recriamos a empresa para a era da inteligência.

Um operador da HomoDeus é um futuro fundador.

Constrói o agente, o fluxo de trabalho, o centro de comando, o ciclo de aprovação, a trilha de evidências.

Se o cliente não consegue apontar para resultados, o trabalho está inacabado.

03

Como escolhemos

Se cada pessoa agora pode ser 1000x, talento é mais importante do que nunca. Hiring é o ato central da empresa, não uma função.

Não contratamos cargo. Contratamos gênios. Toda contratação puxa a média pra cima ou puxa pra baixo. Não tem neutro. Se existe dúvida, essa pessoa não entra.

Contratar é uma Gaussiana. Cada pessoa que entra puxa a curva. A média da sala é a única média que importa.

Gênio de verdade é idiossincrático. Não cabe em caixa. Ele precisa de espaço pra se afirmar, então damos liberdade total a quem constrói aqui.

Prove. Nos diga o que você fez.

Se você construiu algo feio que funciona, nos importamos.

Se escreveu algo estranho porque aquilo não saía da sua cabeça, nos importamos.

Se colocou um produto pequeno no ar, quebrou, consertou, aprendeu e consegue explicar as cicatrizes, nos importamos.

Prestígio é um sinal fraco comparado ao contato com a realidade.

Há pessoas com credenciais perfeitas que nunca foram donas de um resultado difícil.

Há jovens de 20 anos com repositórios feios no GitHub que já carregam mais verdade operacional no corpo do que a maioria dos analistas.

Procuramos onde os outros não procuram. Recrutador olha LinkedIn. A gente olha commit obscuro às 3 da manhã, projeto paralelo esquisito, o calouro que já entregou algo que ninguém pediu.

A gente varre todo brasileiro no YC Co-Founder Match. Quem está tentando começar uma empresa sozinho já está no top 0,1% de iniciativa. A gente identifica quem segue Naval Ravikant na universidade.

A gente manda DM direto. Sem recrutador. Sem formulário. Sem CV.

Queremos pessoas com uma pressão interna.

Aquela voz dizendo que poderiam ser mais.

Se a pessoa precisa ser empurrada pra andar, ela não pertence aqui.

Pessoas que aprendem porque esperar dói.

Aqueles que gostam de quebrar regras.

Gente obcecada por agentes. Automatizar uma tarefa entedia eles. Eles vão atrás do sistema inteiro, e depois constroem o agente que vê tudo quebrar e se conserta sozinho até de manhã.

A vida deles roda em loops que eles mesmos escreveram. A virada de noite nunca é na feature. É na máquina que entrega a feature enquanto eles dormem. Fazer a mesma coisa na mão duas vezes parece imoral pra eles.

Pessoas que gostam de livros, código, negócios, história e sistemas humanos bagunçados.

Pessoas que trabalham final de semana. Porque gostam do trabalho. O trabalho é a vida deles.

Pessoas que conseguem estar erradas em público e continuar se movendo.

Consenso é superestimado. E perigoso, quando você está tentando fazer algo difícil. O consensus seeker já perdeu antes de começar.

Ninguém pode competir com você em ser você. A maior parte da vida é uma busca por quem e pelo que mais precisa de você.

Se isso for a gente, vem.

04

O processo

Quatro etapas. Cada uma existe pra revelar uma coisa específica.

Culture test. Como você pensa. Como reage a pressão. Onde sua ambição mora. Se você puxa a média pra cima ou pra baixo.

Desafio. Um problema real, sem estrutura. 48 a 72 horas pra construir e fazer deploy de uma solução que funciona. Você manda a URL. A gente testa a velocidade com que você aprende o que nunca fez.

Piscina. Cliente real. Risco real. Sem rede. Se você floresce, fica. Se não, ambos sabem rápido.

Sociedade. Queremos você como co-founder. O founding team é baseado no que você constrói.

05

O que não queremos

Se você quer algo fácil, existem lugares melhores.

Se você pegou um emprego corporativo porque era seguro, isso não é pra você.

Se você acha que equilíbrio é virtude, isso não é pra você.

Se você confunde processo com progresso, isso não é pra você.

Se ler isso já te deixou desconfortável, é o filtro funcionando. Fecha a aba.

Não existe atalho aqui. A maioria das pessoas entende isso e decide que não é pra ela. Por isso poucos tentam.

A HomoDeus não é para todo mundo. Não queremos ser.

06

Como te fazemos evoluir

Somos uma fábrica de talento. Pegamos pessoas e as potencializamos 1000x.

Vamos exigir tudo de você. Não vai ser fácil. Vai ser a coisa mais difícil que você já fez.

Você toca o projeto como founder. Você é dono do cliente, do output, das consequências. O trabalho que as outras empresas escondem atrás de gerente, colocamos no centro. Cinco anos de crescimento em cinco meses, ou você sai.

O modelo já funciona. Bending Spoons fez na Itália. UiPath fez na Romênia. EnduroSat fez na Bulgária. Augusta Labs fez em Portugal. Agora HomoDeus faz no Brasil.

Não somos um satélite de um império que não construímos. Somos a sala.

Envie o produto.

Envie o fluxo de trabalho que você consertou.

Envie sua opinião contrária.

Envie aquilo que você construiu às 2h da manhã porque não deixava você em paz.

Estamos procurando as pessoas que já iriam se tornar perigosas de qualquer forma. Estamos aqui apenas para acelerar esse processo.

Se você passou a vida toda procurando a sala onde as pessoas que pensam como você estão, sua busca chegou ao fim.

Mande prova do que você construiu na primeira mensagem.